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Pepino 'Tanja'

Hortícolas de Fruto
Iniciante
Bio
1,59 €
Com IVA
FR030-BAPS01

ÉPOCA DE SEMENTEIRA

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Variedade de floração mista que proporciona boas colheitas. Especialmente indicado para o cultivo ao ar livre. Os frutos são verde escuros,...

Quantidade por saqueta: 35 Sementes
  • 10 g
  • 50 g
  • 200 g
  • 1 kg
  • 35 Sementes

 

Itinerário técnico da cultura do Pepino (Cucumis sativus)

Como cultivar pepino biológico?

Sementeira

É feita usualmente em tabuleiro, realizando-se o transplante 3 a 4 semanas depois quando as plantas tem 2 a 4 folhas verdadeiras.

Solo

A cultura prefere solos argilosos, férteis e bem drenados devendo o pH situar-se entre 6.5 e 7.0.

Clima

Prefere tempo quente, com temperaturas diurnas de pelo menos 22 a 24°C durante o dia e 20°C durante a noite, caso contrário poderá levar a más formações no tubo polínico. A temperatura do solo aquando a instalação da cultura deve ser pelo menos de 16 a 18°C.

Fertilização

Não sendo das culturas mais exigentes, deve no entanto incorporar-se algum composto antes da instalação da cultura.

Rega

Devido a diferentes necessidades ao longo do ciclo cultural, a rega gota-a-gota pode ser a mais indicada. Regas adequadas levam a uma colheita escalonada que pode ser interessante.

Controlo de infestantes

O mulching é uma boa opção, quer com plástico ou materiais orgânicos, diminuído a competição das infestantes com a cultura, quer o contacto dos pepinos com o solo o que pode levar a podridões.

Controlo de pragas

Os ácaros, afídeos, lagartas roscas, larvas mineiras, mosca branca, nemátodes das galhas e tripes. Para o controlo dos ácaros deve ser realizada luta biológica com ácaros predadores e, se necessário, o uso de azadiractina ou enxofre em pó (se temperatura <28°C). Os afídeos são controlados através de fertilizações moderadas sem excesso de azoto, limitação natural com sebes em bordadura para favorecer os auxiliares, luta biológica com himenópteros parasitóides ou predadores, podendo ainda utilizar-se, se necessário, sabão de potássio ou azadiractina. As lagartas roscas podem ser controladas não utilizando composto mal maturado, isco com farelo + melaço + Bacillus thuringiensis sobre o terreno junto à cultura, o uso de Bacillus thuringiensis em pulverização ou ainda luta biológica com nemátodes Steinernema carpocapsae. O controlo das larvas mineiras pode ser realizado com luta biológica com himenópteros parasitóides, limitação natural com sebes e outras plantas melíferas que alimentem os auxiliares e, se necessário, pelo uso de azadiractina. A mosca branca é controlada através da moderação nas fertilizações (sem excesso de azoto), não transplantar plantas já infestadas, colocar placas amarelas com cola para deteção, luta biológica com himenópteros parasitóides e ácaros predadores e, se necessário, pela aplicação de azadiractina. Os nemátodes das galhas são controlados através de rotações, biofumigação e solarização do solo. As tripes devem ser controladas através do uso de plantas favoráveis em bordadura aos auxiliares antocorídeos (como são os malmequeres e outras compostas) e a luta biológica com ácaros predadores e antocorídeos.

Controlo de doenças

O oídio e a podridão cinzenta são importantes doenças da cultura. Para o controlo do oídio deve usar-se compassos largos, fertilização moderada sem excesso de azoto e, se necessário, aplicação de enxofre em pó polvilhável ou em conjunto com lithothamne (1:1) em polvilhação, sendo assim menos fitotóxico que o enxofre estreme. Quanto à podridão cinzenta deve eliminar-se restos de plantas doentes, evitar o excesso de vigor e água sobre as plantas e a aplicação de argila bentonítica.

Pós-colheita

Devem ser mantidos a uma temperatura entre os 7 e os 10°C e uma humidade relativa de 90%, tendo assim um tempo de prateleira de cerca de duas semanas.

Variedade
Hortícolas de Fruto
Nível
Iniciante
Certificação
Bio
Cor
Verde

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