A Sementes Vivas trabalha em muitas frentes para melhorar a agricultura biológica através de sementes biológicas e biodinâmicas, incluindo variedades regionais.

Em primeiro lugar, procuramos, recolhemos, testamos e trazemos de volta variedades portuguesas para o mercado de sementes, promovendo assim a sua conservação e o seu uso.

Iniciámos o nosso próprio programa de criação de variedades adaptadas aos vários climas de Portugal e da bacia do Mediterrâneo para profissionalizar e diversificar a produção biológica e biodinâmica.

No último século perderam-se 75% das variedades de hortaliças e o nível de qualidade das sementes locais existentes muitas vezes não é bom o suficiente para uso profissional. As sementes perdidas devem ser restabelecidas e adaptadas à zona climática local. Um ciclo de desenvolvimento normal da criação de plantas de hortaliça é entre 8 e 10 anos. Com parceiros institucionais, estmos a organizar vários pré-programas para as populações locais para poderem registar uma variedade de variedades nos próximos anos. Os principais objetivos e critérios de reprodução são as alterações climáticas, a seca, o conteúdo de nutrientes, o sabor, o aroma e a captura de carbono.

No projeto ConVIGNA, nós, juntamente com parceiros públicos, instalámos estudos com culturas de feijão-frade portugueses consociados com milho e estudamos os efeitos da consociação no desempenho e uso da água. Na LiveSEED, trabalhamos em conjunto com mais de 35 parceiros de 18 países europeus para apoiar o desempenho da agricultura biológica, impulsionando as sementes biológicas e os esforços de melhoramento de plantas na Europa. Em conjunto com o INIAV está focada na criação de sementes de brássicas no banco de genes em Braga e de campos de ensaio para testar outras variedades de brássicas, que se desenvolvam em condições locais.

Demos os primeiros passos na área de conservação, da multiplicação e da recolha de sementes, mas estamos ansiosos para enfrentar os grandes desafios e possibilidades à nossa frente.