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Alho-Francês 'Carentan 2'

FO009-BAP001

Uma variedade de alho-francês de tamanho e formato clássico. Produz talos grossos de cor branca e altura média. Bastante adequado aos invernos portugueses, a melhor altura para um deliciosa sopa de alho-francês!

Peso Líquido: 2g

ÉPOCA DE SEMENTEIRA

1,49 €

Itinerário técnico da cultura do Alho-Francês (Allium porrum)

Como cultivar alho-francês biológico?

Sementeira

Feita em tabuleiro e posterior transplante para o local definitivo. A cultura pode ser feita em linhas deixando cerca de 15 cm entre plantas e 45 a 60 cm entre linhas.

Solo

Apesar de se adaptar bem a vários tipos de solo, prefere os solos profundos, férteis e bem drenados. Os solos de textura argilo-arenosa são os mais adequados, sendo que em solos de texturas pesadas os camalhões ou as linhas devem ser subidos de forma a permitir uma drenagem adequada. O pH do solo deve situar-se entre os 6.0 e 6.8.

Clima

Prefere climas amenos, sem calor excessivo, devendo ter boa luminosidade e evitando locais com sombra. Necessita de um período de frio durante o seu ciclo vegetativo.

Fertilização

Deve realizar-se uma fertilização de fundo com a incorporação de composto.


Rega

O alho-francês, devido ao seu sistema radicular pouco profundo as regas devem ser frequentes, sendo a primeira rega realizada logo após o transplante, para além de ter atenção durante o engrossamento do bolbo. O sistema gota-a-gota pode ser assim uma boa opção, evitando também que as folhas fiquem húmidas e leve ao desenvolvimento de doenças.

Controlo de infestantes

O mulching com materiais orgânicos é uma boa opção, pois leva a uma menor competição entre as infestantes e a cultura, bem como ajuda a manter a humidade no solo. A ausência do controlo adequado de infestantes leva a rendimentos inferiores e ao alojamento de pragas.

Controlo de pragas

A traça do alho-francês é uma praga da cultura, devendo para o seu controlo eliminar-se restos infestados da cultura anterior para além do uso de Bacillus thuringiensis em pulverização no viveiro e imersão à transplantação.

Controlo de doenças

Destaca-se o oídio, devendo para o seu controlo ser usadas compassos largos, fertilizações moderadas sem excesso de azoto e, se necessário, pela aplicação de enxofre em pó polvilhável ou em conjunto (1:1) com lithothamne,  devido a ser menos fitotóxico que o enxofre estreme.

Pós-colheita

A parte superior da planta pode permanecer verde se tiver exposição a alguma luz, podendo ser conservados por várias semanas.

FO009-BAP001
2018-05-11

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